segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Solidariedade as Famílias Gauchas



A perda só sente quem a vive concretamente. Quero me juntar as famílias gauchas que perderam seus entes queridos, quero desejar a recuperação da saúde daqueles que foram vítimas desse desastre e um atentado contra a vida de jovens que a tentativa de se divertirem, lhe custou a vida de forma absurda, quando tudo tinha que sair com o maior preciosismo, pois se tratava de vidas humanas dentro de um espaço como a casa de festa Kiss.
Aos voluntários, saibam que o mundo é melhor sabendo que pessoas como vocês existem e se doam sem medir o grau de dificuldades e sem nenhuma espera compensatória, saibam que mesmo que a vida de muitos foram ceifadas, é orgulhoso para o nosso país saber que homens e mulheres soaram pelo resgate a vitimas de fatídico acidente.
Aos profissionais, bombeiros, policiais enfermeiors, médicos e demais profissionais que estiveram envolvidos, que Deus lhes dê animo e perseverança, pois salvar vidas, cuidar de pessoas, não tem salário algum que seja verdadeiramente compensatório para aquele que trabalha com afinco.
Ao povo,  gaucho,  em especial o povo de Santa Maria, e de modo geral o povo brasileiro, que sente a dor da perda, e o horror de ver que este episódio poderia ter sido prevenido, poderia ter sido evitado, que ninguém precisava morrer  para que fosse tomado as medidas seguras para  tranqüilidade dos presentes, que saibamos todos nós, retirar de tudo isso,  lições proativas e que nos façam melhores.
Aos que morreram, peço paz, que Deus os tenha em seu santuário, e levem para sua morada eterna, os bons momentos, os bons amigos, as boas coisas que fez e ensinou a fazer.

Que Deus proteja as famílias das vitimas do incêndio em Santa Maria-RS.

Paragominas-Pa, 28/01/2013.

JOSÉ WILSON ALVES DE L. SILVA

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Natal ou Comercial?


Por, José Wilson Alves¹

Mais um ano vemos em nossos dias chegar o Natal, o dia que para cristãos é comemorado o nascimento de Jesus Cristo o filho de Deus que veio habitar entre nós, que nasceu de uma humilde mulher chamada Maria e que foi protegido e educado por um homem da descendência de Davi conhecido como José (Mt. 1. 20) e que veio ao mundo numa manjedoura (Lc. 2. 16)  entre animais num estábulo.
O Natal, antes que se possa imaginar não é apenas um dia, o Natal é um período, um tempo, que se celebra o mistério do nascimento, da encarnação do verbo divino que habitou entre nós, nos ensinou o caminho, e nos salvou da morte do pecado (Lc. 3. 6).
O tempo que celebramos o nascimento do menino Jesus, o Messias, deve ser encarado como muito mais que um tempo de receber e devolver presentes, de irmos as compras e ou fazer viagens e turismo dos sonhos, gastar dinheiro, agradar amigos e consumir desenfreadamente.
O Natal, antes era comemorado pelos antigos pagãos o nascimento do sol, o sol que é astronomicamente falando o grande astro rei, para a nossa geração, Cristo é, e será sempre o nosso principal e maior astro rei, ele é o norte de nossa geração, quer seja conscientemente cristão ou não, o mundo moderno rendeu-se ao cristianismo, a sua história, seus pensamentos e sua filosofia.
Também é certo afirmar que o consumismo fruto de outros valores que não são cristãos, que muito influencia nossa forma de vivenciar a tradição do tempo natalino, faz verdadeiros estragos na compreensão deste tempo, tempo este, que comemorando a graça de fazer memória ao nascimento de Jesus, acabamos por nos diluirmos num consumismo demasiado, deixando de lado o mistério celebrado e prática da solidariedade e apego familiar e respeito as pessoas que antes de tudo é o mais importante do ensinamento de Jesus.
O comércio, o consumo intenso, e a demonstração de poder aquisitivo é muito mais forte que a demonstração de fé com a tradição cristã e ou demonstração de carinho para com as pessoas queridas que se deseja presentear. O presente não pode ser algo maior que a festa da graça recebida, a confraternização da vida, da irmandade, da paz e do amor entre as pessoas e a aceitação de um Deus verdadeiro que se faz vivo e atuante em meio a nós.
A bíblia e a história de Jesus Cristo nos levam a pensar: Como nasceu? Como viveu? Quem foram os seus amigos? Qual era a sua opção? Que legado deixou para a humanidade? Tudo isso cada vez mais é conhecido e difundido, porém, é notório, que cada vez mais, a humanidade inverte a lógica do ensinamento, e devolve tudo para a mesma humanidade, tudo aquilo que o mestre pede que não façamos uns para com os outros.
Dar, comprar e ou receber presentes não é o forte do tempo do Natal, ser feliz é o forte, e ser feliz não é receber presentes, é ser presente para você mesmo, é ser presente para o outro, e principalmente para aqueles que precisam, e certamente aquele que precisa não necessariamente deve ser um homem sem dinheiro ou uma mulher ou criança abandonada.
O outro, o seu próximo, pode ser você mesmo, pode ser aquele, que mesmo que seja seu grande e importante amigo, ainda precisa que lhe diga que Deus não nasce no seu presente, e nem esta embalado nas caixas enfeitadas, e que a alegria do Natal, não vem com laços e cores e jingles natalinos, tem sim, cor, raça, classe social, sentimento, valores, princípios e coragem para levá-lo aonde naturalmente você não iria ou nunca imaginou ir, siga o seu coração e busque a paz, que não vem das compras e festas.
Mas se as compras forem importantes? E se a festa for necessária? Faça então, com convidados especiais, com aqueles lembra? Que tem cor, raça, classe social, sentimento, valores, princípios e coragem, para levá-lo aonde naturalmente nunca foi, e por isso, talvez somente um amigo, que se torne mais que um amigo, que você nunca conheceu pessoas que sempre precisou de você e você nunca se ofereceu, uma classe social que mesmo estando baixo da sua, não é pior que você, e que a nobreza de seus atos, longe dos presentes e da festa, aumentarão os sentimentos e valores que darão razão a seus princípios.
Natal não é comercial, siga a estrela, siga seu coração, siga Jesus Cristo, seja feliz!

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¹O Autor é Educador Popular; Assessor da Cáritas Paragominas; Assessor do Instituto Popular Amazônico – IPA; Formado em Gestão Empresarial/UNAMA; Assessor/Educador de Jovens e Adolescente/CAJU/CNBB-Norte-II; Licenciando em Biologia/IFPA; Consultor em Desenvolvimento Rural Sustentável; Consultor em Gestão de Trânsito.

sábado, 7 de abril de 2012

Feliz Páscoa!!

A páscoa é muito mais que um momento religioso. Ela transcende a capacidade cética de pensar e refletir. Pode ser a páscoa um momento religioso para judeus e cristãos, quanto a seu contexto, porem os valores históricos da libertação e do enfrentamento a opressão chega a ser uma lição de resistência e determinação de um povo e seus bravos lutadores.
A histórica saída de homens, mulheres e crianças, da condição de escravidão vivida pelo povo hebreu nas mãos dos reis egípcios, para a terra onde reina leite mel, foi um marco na historia da humanidade, relatado pela bíblia.
A saída não simboliza uma migração ou um simples êxodo, mas sobre tudo, a resistência e constante luta pela liberdade em todos os seus sentidos. Politicamente o povo hebreu saiu de uma forma condicionante a indenidade, para conquistar seu espaço, pois a terra, a casa, o trabalho, a liberdade, são fatores condicionante para a dignidade humana, pois toda a forma cerceamento, manipulação, aprisionamento, são maneiras de destruir o próprio homem, pois a liberdade é o principal aspecto fundamental do homem, a liberdade, que é símbolo da ação, da criação, da dignidade, da racionalidade, da fé e da prosperidade.
A herança histórica deixada por essa saída sofrida, daquele povo hebreu do Egito, possibilitou um avanço nas conquistas sociais, simboliza na ilustração a  dureza que seria por comunidades pobres e sofredoras nos dias atuais, pois, todas as formas de pobreza, desigualdade, mazelas... tudo isso, é imposto ao povo, por modelos e ou sistemas, nada disso é normal, pois normal, é ser feliz, é ser saudável, é ser alegre, é ter emprego, é ter saúde, é ter moradia, é ter segurança, a biodiversidade e o meio ambiente vivendo e crescendo em harmonia.
A nossa saída da escravidão do comodismo, da aceitação natural dos problemas sociais, a aceitação da miséria, da fome e entre outros, deve ser rompido, deve ser quebrado e devemos, pois, sair para um novo modelo onde reina o pão da justiça e o leite da liberdade. E a covardia, a deseducação, a desinformação, a alienação não sejam nosso guias.

Felix páscoa a todos e todas.


José Wilson Aves

sexta-feira, 9 de março de 2012

Parabens aos agentes da Cáritas e ao povo de Paragominas pela inauguração da nova sede da Cáritas

Paragominas e o Pará esta de parabéns, pois ter uma organização como a Cáritas é muito significativo, pois uma instituição como esta, que está presente em todo o mundo, com 173 organizações membro no Brasil, é de encher de orgulho o povo de Paragominas.
Penso que a turma envolvida nesse trabalho, como, Cleciana Silva, Eduano, Fabio Jr, Celio, Lorena, Raniele, Francisco, Carlinha Barbosa, e todos os demais voluntários, são muito corajosos, pois esse trabalho é exigente e, em alguns casos pouco reconhecido.
Sei que também, que a Cáritas em Paragominas, deu início a um conjunto de organizações como o Instituto Popular Amazônico, a Rede Capim de Economia Popular Solidaria, o Grupo Teatro do Oprimido Popular Amazônico, além do apoio as pastorais sociais e movimentos sociais.
Desde 2005, a atuação desses moços e moças de boa vontade, faz a diferença no município de Paragominas, de forma profética e evangélica, denunciando a injustiça e fazendo o povo a ter um olhar critico sobre as mazelas sociais que os envolvem.
Recomendo a todos que venham conhecer esse grupo, esse organismo, que com seu jeito diferente de ser, e com seu dinamismo toca a todos que lhes conhece, transparecendo o rosto de Jesus abandonado.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Campanha anti-drogas em Paragominas

É muito justo e tardio que esta iniciativa tenha sido abordado pela prefeitura e Paragominas, no entanto, ainda não tarde acordar para vida. Parabenizo, a igreja Católica que possui centros de recuperação e continuamente envia jovens e demais pessoas para serem recuperados das drogas com muita atenção e espiritualidade em lugares como a Casa da Esperança.
Quero tambem lembrar que a Igreja Adventista do Setimo Dia tambem a longas datas vem desenvolvendo trabalhos anti-tabagismo e alcool, sem contar, com o incansavel AA que se dedica a tratar e auxiliar pessoas dependentes de alcool.
Porem, preciso deixar aqui a minha contribuição para esse momento, pois o enfrentamento as drogas não é somente um dicussão ou distribuição de material impresso, mas sim, um investimento e atividades e ações que desenvolvam certamente os principios e valores, seguidos de politicas que regatem a dignidade de familias e crianças em riscos, seguido de apoio  inclusão socio podutivo, para pequenos impreendimentos, reforlando a ecnomia popular e solidaria.
Entre outras coisas, a sociedade quando ouvida, sempre apresentou as soluções de seu geito e de sua forma de expressar, e ai, é portanto, o papel do governo de qualificar e apresentar concretamente a partir do que diz sociedade as soluções para o problema.
Lembro! as drgas não são causas, são conseguencia, da falta de politicas publicas e interação familair e apoio a atividades socio-educativas.
Lembro tambem, que é preciso mais interagir fortemente com as ações ja implementadas pelo governo federal, que implantou em todo o Brasil um plano para o enfrentamento do problema.